
O direito não nasce do uso. Nasce do registro.
A advogada não tinha site. Agora o cliente entende o trabalho dela antes da primeira conversa.

O nome já vendia sozinho. Só que no papel ele não era dela.
Registro de marca tem uma urgência invertida: quem mais precisa é quem ainda não sentiu falta. A empreendedora que já vende, já é procurada pelo nome e já mandou imprimir a etiqueta acha que a parte difícil passou. No Brasil o direito nasce do registro, e não do uso, e é exatamente esse o momento em que outra pessoa pode chegar ao INPI antes dela.
O serviço também não é fácil de comprar. É jurídico, é lento, e o próprio INPI fala em cerca de 18 meses até a decisão de um pedido sem oposição. Quase toda a conversa acontece antes de existir qualquer resultado para mostrar.
E existe uma regra que muda o jeito de escrever a página inteira: advocacia não anuncia como comércio. O Provimento 205 do Conselho Federal da OAB proíbe captação de clientela e promessa de resultado, o que tira da mesa quase tudo que uma página de serviço costuma usar para convencer alguém.
Todo site é feito de escolhas. Aqui, cada uma tem um motivo.
A restrição virou o argumento.
A régua da OAB
Sem melhor, sem resultado garantido, sem contagem regressiva: a página é escrita dentro do Provimento 205/2021 e declara isso no rodapé. O que sobrou foi fato verificável, e aqui fato convence mais que adjetivo: o direito nasce do registro, a prioridade vale desde o protocolo, a taxa não volta se o pedido for negado. Quem lê decide com o que dá para conferir.
A página pergunta onde o nome está.
O momento
Nome que acabou de nascer, nome que já anda sozinho e nome que virou disputa são três situações com riscos e prazos diferentes. Em vez de um texto único, a página descreve as três e deixa a pessoa se reconhecer. Quem se reconhece sente a urgência sem que ninguém precise dizer que é urgente, que é justamente o que a regra não deixa dizer.
O que se pede hoje é uma consulta, não um contrato.
O primeiro passo
Um processo de 18 meses não cabe numa decisão de terça-feira. O caminho aparece em quatro etapas, com o que acontece e o que cada uma garante, e a primeira é uma consulta de viabilidade pelo WhatsApp: descobrir se o nome está livre. É pequena o bastante para acontecer hoje, e é ela que abre todo o resto.
Nada aqui é maquete. Tela por tela, é o site no ar.

O topo
O serviço dito como acompanhamento, que é o que separa a Ritma de um protocolo avulso.

O alerta
A pergunta que antecede o gasto: a marca em que você investe já é sua?

Os três momentos
Nome novo, nome consolidado e nome em disputa, cada um com o risco que carrega.

O caminho
Quatro etapas do primeiro contato à decisão, com o que cada uma garante.

A advogada
Nome, registro e formação de quem responde pelo processo, com a história contada em primeira pessoa.

O que muda
Seis linhas do que muda para o cliente, escritas do lado dele e não do processo.

As perguntas
Prazo, custo e abrangência respondidos antes da primeira conversa.

O convite
O fecho oferece a consulta de viabilidade, que é o passo pequeno do começo.
A dúvida sobre a marca chega no meio do expediente, pelo celular, e é ali que ela precisa ser respondida.



