
Dinheiro sem banco, sem letra miúda.
A conta do banco de um lado, a calculadora do outro, e o cadastro testado na própria página, em três idiomas.

Treze documentos. Quem chega ao site quer pagar.
A OffBanks é uma iniciativa global de pagamento entre pessoas: a conta nasce com um nome de usuário, sem documento, e o dinheiro vai de uma pessoa para outra pelo navegador, sem banco no meio. A operação está em teste na Europa, nos Estados Unidos, no Brasil e na Índia, e o site precisava falar com gente desses quatro lugares, em português, inglês e espanhol.
O material chegou em treze documentos, mais de quarenta mil palavras de produto, regra e mecanismo, nem sempre concordando entre si. O site no ar, preto com verde-limão e ciano, não saía de nenhum ativo da marca. A identidade nova veio do logo real, azul-noite e ouro, e o texto partiu de uma pergunta só: o que uma pessoa comum precisa ler para confiar e criar a conta.
Todo site é feito de escolhas. Aqui, cada uma tem um motivo.
Primeiro o que o banco cobra. Depois, quanto custa aqui.
A conta na mesa
Quem manda dinheiro para fora sabe que perde no caminho, só não sabe quanto. A página abre com a conta do banco em três números, câmbio, impostos e remessa, e logo abaixo vem a calculadora: a pessoa digita o valor e vê, em três linhas, quanto entra e quanto fica no saldo. A comparação chega pronta, sem adjetivo para acreditar.
O cadastro funciona no meio da página.
Testar antes
Conta em 30 segundos é promessa que todo app faz. Aqui ela virou três passos que funcionam na própria página: escolher o nome de usuário, o método de pagamento do país e ver o bônus cair. O app ainda não existia, então as telas dele foram desenhadas no site, com a conversa do link de pagamento acontecendo dentro de um celular.
A pergunta difícil respondida antes de ser feita.
Tudo à vista
A régua saiu das imagens que o cliente mandou por WhatsApp, não dos documentos: a pessoa comum precisa entender e sentir a vantagem. A tecnologia ficou atrás da tela, o saldo aparece em moeda local, e o que costuma ir para o rodapé foi para o meio: quando o documento passa a ser pedido, por que o saldo não sai para o banco e o que a OffBanks não é.
Nada aqui é maquete. Tela por tela, é o site no ar.

O topo
O planeta visto de noite com as transferências cruzando os países, e a conta em 30 segundos já na primeira frase.

A conta do banco
Câmbio, impostos e remessa em três números, cada um com o ouro que se perde no caminho.

A calculadora
O valor digitado vira, em três linhas, quanto entra e quanto fica no saldo.

O cadastro
Os três passos da conta funcionando na página: nome de usuário, método do país e bônus.

O link
A conversa em que o dinheiro chega por um link e a conta de quem recebe nasce ali.

O dia a dia
Pagar, receber, dividir, vender e enviar: situação de todo dia, não caso especial.

A conta por dentro
Saldo em moeda local, envio por usuário ou QR Code e recarga pelo método de cada país.

A segurança
O que se pede, quando o documento entra e onde a operação já funciona.

As perguntas
As seis dúvidas que mais aparecem, inclusive a que ninguém gosta de responder.

O fecho
A moeda dourada da marca e o convite final para criar a conta.

O rodapé
Os três idiomas, os documentos legais e o que a OffBanks é e não é.
O link de pagamento chega por mensagem e abre no celular. É nessa tela que quem recebe decide se confia o bastante para tocar.



