
O caso primeiro. Preço e promessa, não.
Implante explicado sem preço e sem promessa: o paciente escolhe o caso dele e a conversa começa no WhatsApp.

O paciente quer o dente. O preço vem depois da avaliação.
O Instituto Reabilita é o consultório de Eduardo Vasconcelos em Boa Viagem, dedicado a implantes, próteses e reabilitação oral. Pelo que o próprio consultório informa, são 17 anos de atuação no Recife. Quem procura é adulto, boa parte acima dos 40, que perdeu um dente, perdeu vários ou usa uma prótese que solta e machuca. Essa pessoa chega por indicação, pelo Instagram ou por anúncio, e até aqui encontrava um perfil e um link na bio.
Implante é cirurgia, e o valor depende de quantos dentes faltam, da condição do osso e do tipo de prótese: ele só existe depois da avaliação. A página precisava responder, antes da primeira mensagem, o que pesa na decisão: se dói, quanto tempo leva, se ainda dá com a idade que a pessoa tem e quanto custa. E precisava fazer isso sem as ferramentas de sempre: preço e promessa de resultado ficaram fora da página.
Todo site é feito de escolhas. Aqui, cada uma tem um motivo.
A conversa começa pelo que a pessoa perdeu.
O seu caso
Reabilitação oral é o nome do tratamento, não a frase de quem perdeu um dente. A página pergunta com as palavras do paciente: perdi um dente, perdi vários, minha prótese incomoda, quero um sorriso melhor. Cada frase explica o caminho em uma linha e abre o WhatsApp com a situação escrita, e o consultório já sabe por onde começar.
Cada dúvida respondida, nenhum resultado prometido.
A regra da profissão
Não poder dar preço não virou motivo para fugir das perguntas difíceis. A página responde cada uma dizendo de que ela depende: valor e prazo saem do planejamento, depois da avaliação, e a idade sozinha não decide o implante. Quem atende aparece com nome e registro no conselho. Numa decisão de saúde, dizer de que depende já é responder.
O implante abre a página, peça por peça.
A peça
O topo é o próprio implante: parafuso, pilar e coroa, que se encaixam quando a página abre, com o nome do Instituto por trás. A palavra implante vira objeto, e a pessoa vê o que vai na boca antes de perguntar. E a marca ganha uma imagem só dela, no dourado da logo, no lugar da foto de sorriso que abre quase todo site de dentista.
Nada aqui é maquete. Tela por tela, é o site no ar.

O topo
O implante montado peça por peça, com o nome do Instituto passando por trás.

A abertura
O que a perda do dente muda na vida, dito antes de falar em tratamento.

O seu caso
Quatro frases do paciente, cada uma abrindo o WhatsApp com a situação escrita.

Os tratamentos
Cada tratamento com uma linha de explicação, sem termo que o paciente não usa.

Quem atende
Nome, foto e registro no conselho de quem vai cuidar do caso.

O consultório
As salas e o endereço, pra quem vai sair de casa pela primeira vez até lá.

O atendimento
A conversa segue pelo WhatsApp, no canal em que a primeira dúvida já chegou.

O pagamento
As formas de pagar, e o valor só depois da avaliação.

As dúvidas
Dor, prazo, idade e custo respondidos dizendo de que cada resposta depende.

O fecho
A avaliação começa por mensagem, e o rodapé traz o responsável técnico.
Quem chega pelo Instagram ou por um anúncio chega pelo celular, com a dúvida na cabeça. É nessa tela que a primeira mensagem sai ou não sai.



