
O álbum de hoje já é o catálogo de ontem.
Catálogo sempre atualizado, com painel próprio e carrinho, no lugar das fotos soltas mandadas no WhatsApp.

Toda semana entra novidade. E o álbum no celular já é o antigo.
A Camelo é distribuidora de moda no atacado em Brejo da Madre de Deus, e quem compra é lojista e sacoleiro, boa parte vinda de Santa Cruz do Capibaribe. A venda é por pacote fechado e o pedido chega por WhatsApp. O pedido dele foi direto: queria parar de mandar álbum de foto e PDF toda vez que entrasse coisa nova.
E entra coisa nova toda semana. Enquanto o catálogo é um arquivo mandado no chat, ele começa a envelhecer no dia em que sai: o preço muda, a peça acaba, chega novidade, e a imagem que o lojista guardou continua valendo na cabeça dele. Do outro lado do balcão, alguém repete o dia inteiro quanto vem no pacote, quanto sai a peça e se ainda tem.
Todo site é feito de escolhas. Aqui, cada uma tem um motivo.
O link cai no produto, não numa home.
O catálogo
Não existe página institucional com o catálogo escondido atrás de um botão: quem abre o link cai nos produtos, com categoria, filtro e busca. A empresa se apresenta nas páginas de dentro, para quem quiser passar por elas. E o link que a loja manda no WhatsApp é sempre o mesmo, então ele deixa de ser uma foto que envelhece e vira um endereço que o lojista guarda.
Os dois preços na mesma etiqueta.
O preço
Atacado se compra por pacote e se revende por peça, então o lojista faz a conta duas vezes antes de decidir. Cada produto mostra quanto sai a peça, quanto sai o pacote e quantas peças vêm no meio. A conta que travava a decisão já vem feita, e ninguém precisa mandar mensagem para saber se vale.
O carrinho termina onde a venda já acontecia.
O pedido
Não entrou checkout, nem cadastro, nem pagamento online, e isso não foi economia de escopo: em atacado o fechamento se negocia, e obrigar o lojista a resolver tudo sozinho na tela tiraria justamente a conversa que fecha a venda. Ele monta o pedido no site e ele chega pronto no WhatsApp da loja. Foi por aí que entrou o primeiro pedido saído do site.
Nada aqui é maquete. Tela por tela, é o site no ar.

O topo
Envio, pedido mínimo e horário abrem a página, porque são eles que dizem na hora se dá para comprar.

O catálogo
Categoria, código, quantidade por pacote e os dois preços em cada produto.

O rodapé
Endereço, CNPJ, formas de pagamento e canais, que é o que o lojista confere antes de fechar.

Como comprar
Quatro passos do catálogo à arara, com o pacote fechado e o mínimo ditos antes da pergunta.

Quem é a Camelo
Fábrica no Polo de Confecções de Pernambuco, que é o que separa distribuidor de revendedor.

As perguntas
O pedido mínimo abre a página em corpo de manchete, e o resto responde por assunto.

O contato
A conversa começa escolhida: o lojista diz o que quer antes de o WhatsApp abrir.
Lojista de atacado compra pelo celular, entre um cliente e outro. É nessa tela que o pedido é montado de verdade.

Entra novidade toda semana. Antes era um álbum novo. Agora é o link.
Quem atualiza é a loja, e não a gente. O painel tem só os campos que mudam no dia a dia: preço da peça, preço do pacote, quantas peças vêm no fardo, categoria e se o produto ainda está disponível.
É isso que faz o link parar de envelhecer. O lojista guarda um endereço só, e o que ele encontra ali é o estoque de hoje, não o print de duas semanas atrás.


Rayane Costa
Responsável pelo site · Camelo Distribuidora
Queria lhe parabenizar pelo visual do site, que ficou incrível e super combinou com a proposta da logomarca da distribuidora. A navegação também ficou muito fluida e intuitiva, tanto pra gente que tá administrando o site quanto pro cliente. Parabéns pelo trabalho e pelo suporte que vem nos dando até agora, estamos muito satisfeitos com o resultado.


