
Ninguém contrata banda sem ver o show.
O mesmo show para quatro tipos de evento: cada contratante chega na página que responde a pergunta dele, com a banda tocando na tela.

Noiva, empresa e casa noturna contratam a mesma banda, cada uma por si.
A Black SP é a banda de black music que a cantora Carol criou em São Paulo para fugir do repertório de sempre: seis artistas no núcleo, até 12 músicos na formação completa e 20 blocos de repertório, de Aretha Franklin a Beyoncé e de Gilberto Gil aos Gilsons. Material para mostrar isso não faltava. Eram cinco Live Sessions no YouTube, o show no World Trade Center, marcas como Itaú, Santander e Ambev entre os clientes e um evento próprio, o Black Music Live. Estava tudo espalhado entre canal, perfil e PDF, e a banda não tinha site.
E quem contrata não é uma pessoa só. Os noivos querem saber se a banda cuida do som e se o show foge do mais do mesmo. A produção de um evento de empresa quer ver quem já contratou e quantos músicos sobem no palco. A casa de show pensa em bilheteria. O show é o mesmo para todos, e o site precisava responder perguntas diferentes sem virar bandas diferentes.
Todo site é feito de escolhas. Aqui, cada uma tem um motivo.
O vídeo toca no site, não no YouTube.
O show na tela
Banda se escolhe pelo que se ouve, e o que ouvir já estava gravado. As Live Sessions tocam dentro da página, e no show uma lista troca a sessão no mesmo quadro, sem mandar ninguém para outra aba. O YouTube só carrega no clique, e a página continua leve. No repertório, os 20 blocos abrem com as músicas e levam à playlist.
Um show, quatro portas de entrada.
Uma página por pista
Casamentos, corporativos, festas e casas de show ganharam uma página cada, com a resposta para quem chega por ela. O casal descobre que a banda leva som e cenografia até 100 km de São Paulo; a empresa vê as marcas que já contrataram e as formações de 12 e de 8 músicos. E cada página responde a busca que aquela pessoa faz.
O evento da banda ganhou duas páginas.
Quem vai e quem contrata
O Black Music Live interessa a duas pessoas: quem compra o ingresso e a casa que quer receber a noite. Falar de público e ticket médio na página de quem vai seria descrever o visitante na frente dele. Então são duas: a do evento mostra o show e as próximas datas, e a de casas de show oferece a noite pronta.
Nada aqui é maquete. Tela por tela, é o site no ar.

O topo
O nome da banda e a cantora em cena antes de qualquer texto, com a disponibilidade a um clique.

O repertório
As referências que o casal reconhece de ouvido, e os estilos rodando embaixo.

A banda
Os seis do núcleo com nome e rosto: quem contrata sabe quem sobe no palco.

As sessões
O vídeo toca ali mesmo, porque banda se escolhe pelo que se ouve.

A energia
O show explicado em blocos contínuos, que é a diferença pra banda de faixa solta.

As pistas
Os quatro tipos de evento na mesma tela, cada um levando à página dele.

O evento próprio
O Black Music Live com cara de ingresso, separado do show que se contrata.

O contato
Data, cidade e tipo de evento: o que a produção precisa pra responder rápido.

O rodapé
Páginas, contato e redes da banda fixos no pé, pra quem voltou decidido.

O show
A página do show abre dizendo o que ele é, pra quem chega pela busca.

Os blocos
Vinte blocos sem pausa, com os números que a produção pergunta.

Os casamentos
A página do casal, escrita com o medo dele: a banda que toca o mesmo de sempre.

Os corporativos
A página da empresa cita os palcos de marca que a banda já fez.

As casas de show
A página de quem vende ingresso fala de bilheteria, não de cerimônia.

O Black Music Live
A página de quem vai ao evento: o que é a noite e onde saem as datas.
Quem acabou de ver a banda no Instagram chega pelo celular, e é ali mesmo que a data precisa ser consultada.



